Autonautas

rahm

Lendo, aqui e ali, sobre o centenário de nascimento de Cortázar, comemorado ontem, fui me perdendo de um site a outro e alguma combinação improvável de resultados de busca me levou à família Rehm. Mais uma linda história de “família trotamundos”. Se o “pé na estrada” que encanta há séculos os espíritos aventureiros é muitas vezes visto como a resposta do sujeito que busca ser livre contra as opressões todas da vida comportada (emprego, família, tradição), aqui ocorre algo que me parece tão ou mais interessante. A família toda sai da sombra de um teto seguro para poder ser verdadeiramente família. Para se encontrar. Perde-se (da “segurança”) para achar, quem sabe, bem mais. Neste sentido, não é o indivíduo contra a família e o que ela representa socialmente, mas a família toda que, para se salvar de sua própria opressão, sai de si mesma, sai do que espera e do que esperam os outros de si. Não sei bem a razão, mas fico encantado com essas matérias…

http://oglobo.globo.com/economia/a-familia-que-cabe-numa-kombi-7502473?app=1

http://www.bistros.com.br/blog/destaques/minha-cozinha-e-uma-kombi-meu-cardapio-e-o-mundo/

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Um comentário sobre “Autonautas

  1. Anônimo 27 de agosto de 2014 / 10:50

    Como fazer isso? Talvez, fazendo! Simples assim!

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