Do fb pra cá (junho)

[1/6] [é sempre bom, vez por outra,

dar um rolê sem rumo

pelos corredores estreitos dessa canção]

 

[1/6] [Sentar um dia desses pra escrever uma tese sobre as vozes de algumas cantoras e o corpo ouvinte. Primeiro capítulo: Elis Regina e a voz que escorre na pele. Segundo capítulo: Elza Soares e a voz que agita a corrente sanguínea. Terceiro capítulo: Joni Mitchell e a voz que chega até o osso. Um dia desses…]

 

[2/6] Toda notícia de Brasília que eu leio só me faz pensar numa coisa: Aécio e seu partido sabotaram o país depois de perder a eleição, Cunha conduziu o “impeachment” em descarada vingança, Temer e sua gangue tomaram o poder para atacar quem os investiga (Alexandre de Moraes, por exemplo, é ministro do STF em razão disso). Depois de tudo que se provou em relação a Aécio, Cunha, Temer e seus principais aliados, vai ficar tudo por isso mesmo? Tudo que têm feito será válido? Vamos fingir que não sabemos de onde vieram os frutos da árvore envenenada?

PS: Aconteça o que acontecer, Alexandre de Moraes, ministro do golpe guindado a ministro do STF por 3 décadas, terá sempre a marca da ilegitimidade na testa, assim como são manchados todos os atos do governo Temer. Diante das provas do golpe, nada pode convalidar o que fizera/em. Retomar o poder em bases democráticas exige desfazer o que foi perpetrado sob as asas do poder ilegítimo. É muito absurdo que Moraes julgue, como qualquer outro ministro, a constitucionalidade (ou os crimes) de qualquer medida do governo de que ele foi parte e agora é representante. E vai ser ainda mais absurdo vê-lo por mais 3 décadas como um braço vivo do governo golpista que continua a golpear.

 

[2/6] só pra lembrar:

 

“quem não tem papel dá o recado pelo muro

quem não tem presente se conforma com o futuro”

 

tá ligado?

 

[2/6] [Rivânia ensina a salvar os livros da enchente. E, principalmente, a salvar quem salva livros da enchente. Rivânia talvez ensine a reconstruir o mundo após a enchente: com livros, com quem os salva, com quem salva quem os salva.]

 

[4/6] Numa tarde de sábado, fui lá pra Zona Norte conversar sobre poesia com o Fabiano Fernandes Garcez na sala de sua casa, que se transformou em Sala de Leitura. Ele encheu duas taças de cerveja, ligou a câmera e…

Parte 1: https://www.youtube.com/watch?v=T5lQHp_Rur0&app=desktop

Parte 2: https://www.youtube.com/watch?v=sVuiNtpB2-s

 

[4/6] Já circula por aí, nas livrarias, o número novo da revista dos livros Quatro Cinco Um. Participo com uma resenha das edições de “Teoria Geral do Direito e Marxismo” do Pachukanis que acabaram de sair. Tem muita coisa boa para orientar a navegação pelo universo dos livros.

 

[5/6] «É justo indagar se essa perda de potência de nosso “contato com a história” não se deve ao fato de estarmos adotando o “contato com a história” de Drummond e, claro, de sua geração, que viu e viveu e escreveu num país que não mais existe, que já foi coberto por novas camadas de mal-estar. Ou mais ainda: se mesmo a um poeta gigante como Drummond, “poeta-síntese”, ainda que somados os livros todos dos gigantes que com ele dividiram a pena e o tempo, não é dado captar completamente o país complexo, desigual, vário, do momento que lhe coube viver, é inevitável que seja problemática e limitante a transfusão de “seu Brasil”, de seu “tempo presente”, para o nosso – igualmente complexo, desigual, vário, mas já outro. É nesse ponto que a figuração potente do país e do que somos, facilmente encontrável na poesia de Drummond, em que a vida é uma espécie terrível de “desacomodação”, pode-se converter na acomodação dos poetas – na forma do poema e no seu alcance crítico – diante da nova “vida presente” que enfrentamos.»

Um punhado de ideias sobre Drummond e nossa poesia.

http://www.suplementopernambuco.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es-anteriores/77-capa/1881-tal-qual-uma-l%C3%A2mina,-poeta,-tu-nos-atravessas.html

 

[5/6] O presidente do TST, que não apenas atenta contra a própria existência do tribunal a que pertence quando defende essa “modernização” que extingue os direitos dos trabalhadores, agora persegue pessoalmente dois juízes que se manifestam contra a reforma, qualificando com sua experiência e conhecimento o debate que devemos fazer antes de mexer em qualquer artigo da CLT ou da Constituição. Já não temos razões para duvidar de que, neste momento, o país está sendo comandado por pessoas que preferem decidir nosso destino fora do campo democrático. Quando isso vem do topo dos tribunais (não falo do Gandra Filho, de que não espero atitude melhor, mas da cadeira que ocupa, que é importantíssima), temos todos que gritar bem alto.

 

[6/6] Como chama a doença que faz a gente querer ler de novo, com urgência, todos os livros que indicamos com entusiasmo para alguém?

 

[6/6] (se tudo der certo

que dê tudo errado

pra quem acha

que dar certo é

salvar só a si mesmo

num mundo errado)

 

[6/6] Não sabemos até hoje se vão condenar o Lula, mas fico pensando nas “vantagens”… Primeiro, pra gente discutir os próximos meses e anos deste país de maneira um pouco diferente das últimas sete eleições – isso é urgente! Mas também porque está cansativa demais essa coisa de “reformei o triplex pra ele, mas ele não gostou”, “ofereci o terreno pra ele, mas ele não gostou”, “juntei o dinheiro na conta pra ele, mas ele não sacou”, “comprei o apartamento pra ele, mas ele não quis”, “reformei o sítio pra ele, mas não era dele”, “não perguntei pra ele, mas acho que sim”, “não tenho prova, mas foi ele”… só eu acho que tem coisa mais importante pra debater e fazer nos tribunais, nas instituições, nas mídias, nas ruas todas deste país?

 

[7/6] Eu não canso de lembrar: no mesmo dia em que Michel Temer estava respondendo às perguntas feitas pela Polícia Federal sobre crimes cometidos durante o mandato e o Tribunal Superior Eleitoral julga crimes cometidos durante sua campanha, o grupo ligado ao próprio Michel Temer deu mais um passo rumo à destruição dos direitos dos trabalhadores. Diante de tamanha incerteza institucional, é inadmissível a discussão e a aprovação de questão fundamental para o país. Os senadores disseram várias vezes que não sabem quem estará na cadeira da Presidência no momento da promulgação dessa lei!!! Não bastasse ser vergonhoso e inadmissível a qualquer título, tudo o que for feito por eles deve ser considerado NULO. Simplesmente N U L O.

 

[8/6] «A universidade (Uerj) teve o prazer e a honra de receber um professor negro, um negro de primeira linha vindo de um doutorado de Paris – disse Barroso, em trecho do discurso sobre a trajetória de Barbosa.»

Que coisa triste. A gente pode não esperar nada do Barroso, da Constituição, do STF, do “Estado Democrático de Direito”. Pode muito bem já ter caído a imensa ficha sobre nossa cabeça. Mas o fato – triste – é que, há poucos meses, Barroso era daqueles autores que levavam a brasa do “progresso” no mundinho jurídico. Era o autor que líamos para encontrar um jeito de concretizar a Constituição, de atualizar a vetusta teoria dos manuais clássicos. Pois bem, ele chegou lá, sentou na cadeira que permitiria que suas teorias sobre concretizar direitos e garantias passassem a ser mais que teoria. Seriam, agora, votos, decisões, atos. Já deu pra ver, logo de início, que o caminho não seria por aí, mas ainda assim é chocante quando o racismo explode na fala de alguém que deveria estar fazendo a coisa andar para o outro lado (perdoem meus olhos ingênuos). Não é “gafe”, muito menos “elogio”. Quando Barroso chama Barbosa de “negro de primeira linha” (e, de quebra, deixa claro que a grife vem de um “doutorado em Paris”), ele nos faz lembrar dos tempos em que os negros, como coisas, eram negociados por brancos de ternos e gestos europeus. Se quem tem que defender a “Constituição cidadã” ainda conserva essa mentalidade, não sabemos se começou um outro dia triste em 2017 ou se apenas abrimos uma página a mais nas obras do Machado de Assis.

 

[9/6] Imagina que louco se num país qualquer existisse um ministro das mais altas cortes e ele por acaso se chamasse Gilmar e tivesse coragem de votar, em rede nacional, com a mesma convicção, em teses absolutamente contrárias, porque ora quer punir seus inimigos, ora quer absolver seus amigos. Imagina como ficaria a autoridade dessas cortes para seus próximos julgamentos. Seria um país muito louco.

 

[9/6] “Já tenho escrito muitas vezes que algumas das minhas musas são as coisas terríveis que acontecem. Dante teve Beatriz. Orwell teve Estaline. Não é que goste delas e me sinta agradecida por existirem. Mas são essas coisas más que me inspiram, e os horrores. E isso não me faz querer escrever ficção.”

https://www.publico.pt/2016/04/19/culturaipsilon/noticia/as-minhas-musas-sao-as-coisas-terriveis-que-acontecem-1728584

 

[9/6] UMA EXCELENTE NOTÍCIA!

Muita gente tem tentado comprar o livro “Para a crítica do direito”, que organizei com Celso Kashiura Jr. e Oswaldo Akamine Jr. em 2015, com 30 artigos de fôlego crítico sobre as mais variadas questões teóricas e práticas do direito. Pois bem, os 500 exemplares da primeira tiragem esgotaram rapidamente e o tamanho do volume impediu a reimpressão. Decidimos, então, junto à editora, disponibilizar o pdf integral do livro no site.

É bastante simples: basta acessar o link abaixo, fazer o procedimento de compra com seus dados e aparecerá um link para baixar o livro todo em seu computador. O arquivo é gratuito, mas tem opções de valores para quem quiser ajudar o projeto editorial da Expressão Popular, que merece todo apoio sempre!

Por favor, ajudem a compartilhar!!!

https://expressaopopular.com.br/loja/produto/para-a-critica-do-direito-reflexoes-sobre-teorias-e-praticas-juridicas/

 

[9/6] (As instituições estão fornicando normalmente.)

 

[11/6] Não há muito o que dizer sobre esses “cidadãos de bem” que prenderam, julgaram, condenaram e executaram a pena de um adolescente, tatuando em sua testa a sentença. Só há uma certeza nesse caso: tanto o rapaz que foi tatuado quanto todos que se imaginem possíveis vítimas dessa forma de “reprimenda” passarão a fazer de tudo para que não sejam pegos: contra quem fez isso, contra quem acha certo fazer isso e, infelizmente, também contra quem percebe o absurdo de, sob a alegação de combater a violência, apostar numa brutalidade ainda maior. Descemos outro degrau.

 

[13/6] (12 de junho. Toda uma vida dedicada a lidar com o que os poetas disseram sobre o amor. Mas, quando as crianças perguntam a diferença entre hotel e motel, o máximo que você consegue dizer é que motel é um hotel em que as pessoas ficam pouco tempo.  😉 )

 

[13/6] Vai ser curioso, no mínimo, ver nas próximas eleições um “candidato não político” que ajudou a costurar e se beneficiou de um acordo entre PSDB e PMDB para salvar um senador e um presidente que as colunas policiais tornam cada vez mais insustentáveis. Haja ginástica publicitária…

 

[15/6] Vivemos uma época de notícias que, de tão deprimentes e desesperadoras, conseguem soterrar até o inimaginável, como esses gritos dos servidores públicos do RJ que estão há meses sem salário, vivendo com pequenas parcelas depositadas aleatoriamente. Quando é que isso se tornará grave e insuportável também para quem não é diretamente atingido?

 

[15/6] Na noite fria de ontem, 70 famílias foram despejadas de uma ocupação em que viviam há quase dois anos. Cumprindo ordem da juíza Aline Santos Guaranha, da 7ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre (que recomendou expressamente “o cumprimento da ordem aos feriados e finais de semana e fora do horário de expediente, se necessário, evitando o máximo possível o transtorno ao trânsito de veículos e funcionamento habitual da cidade”), a Brigada Militar cercou o local no início da noite, véspera do feriado religioso de hoje, e soltou bombas contra todos que ali estavam, incluindo as crianças que aparecem nesta foto. Uma verdadeira operação de guerra contra gente pobre, que não tem outro lugar para se esconder do frio, apenas para devolver ao Estado um prédio que, segundo li, deve ser vendido a um banco. A polícia atacou, bateu e prendeu pessoas que se levantaram contra essa injustiça absurda, cruel, asquerosa, ainda mais injusta porque se deu quando os moradores buscavam alternativas para o despejo.

Para mim, ao menos, olhar para essas fotos leva a perguntar: para que serve um Estado que age dessa maneira? Para que serve um sistema em que pessoas são tratadas assim? Para que serve um Judiciário que, diante de tamanha injustiça, acha um jeito de potencializá-la ao invés de coibi-la? Aí não tem “acordo”, “delação premiada”, autorização para viver em Nova Iorque, repatriação de ativos, nada disso. É tiro, porrada e bomba. Rua e frio. Até que nem mais à rua tenham direito. Até que a calçada em que deitarem passe a interessar a outro banco. O velho direito de sempre: fraco contra os fortes, forte contra os fracos.

E estamos falando de Estados cuja ineficiência para tudo o mais é flagrante – desde o pagamento de salários até o cumprimento de todos os seus demais deveres. Camadas e camadas de absurdo, talvez por isso estejamos perplexos, inertes. Mas um dia essa criançada vai crescer e lembrar dessa noite. Espero: vai nos lembrar dessa noite.

 

[16/6] quente sei

que muita gente

congela à sombra

do nosso desprezo

.

.

.

.

.

.

.

.

quentes ainda

não achamos

a coragem de dizer

com toda verdade

no espelho

estamos fodidos

 

[20/6] “Para que poetas em tempos de terrorismos?”, poema-título do livro que Alberto Pucheu lançará hoje no RJ (inveja de quem lá estará!), é, em tudo, a poesia do nosso tempo. Com todos esses plurais já no título – poetas, tempos, terrorismos – dá a dimensão dos nossos desafios múltiplos. Poema-caldeirão. Poema-liquidificador. Poema-turbilhão. Poema-declaração-de-guerra. Aliás, entre a guerra e a barbárie que reproduzimos em todos os níveis, sobreviventes, (auto)terroristas. Com sua extensão incomum em meio aos fragmentos em que temos colhido poesia, mas também com sua forma de desfazer essa extensão, com suas idas e vindas, com a forma como transforma sua extensão em profundidade, com os nós que dá na linguagem. Nós e mais nós. Como uma espécie de “teresa”, aquela corda improvisada de lençóis que nos dá a esperança de chegarmos vivos, em fuga, da janela ao chão, ou da frágil superfície em que estávamos antes de ver o vídeo ao desconhecido fundo do poço que Pucheu escava com suas palavras. Os lençóis das camas que não temos mais. O sossego que perdemos já no primeiro verso – e não queremos recuperar. Passem por lá.

 

[21/6] Vita nuova

 

des(bachare)lizar-se

des(a)mestrar-se

desdou(to)rar-se

 

[23/6] Temer vai sair. Não sei se daqui a pouco ou no final de 2018. Enquanto isso, vai ficando cada vez mais claro como Temer virou presidente e quais os interesses a que seu mandato serve. É justamente por isso que lanço minha preocupação lá pra frente: tudo que está sendo feito neste mandato será engolido como “normal”? Anistiaremos a origem podre de tantas alterações da legislação, deformações da Constituição, desmanche de políticas e instituições públicas? Alexandre de Moraes no STF, Flavia Piovesan na CIDH/OEA, e outros frutos da árvore envenenada? Esqueceremos que todas essas decisões estão sendo tomadas de madrugada, às escondidas, com um olho na porta pra ver se a PF está chegando? Pensando nesse horizonte, sem Temer mas com as marcas deixadas por suas garras… é difícil se conformar!

 

[23/6] Uma pergunta: qual o lugar mais inusitado em que você se flagrou “viajando” ao ler um poema que apareceu no seu facebook? Fila do banco, balcão do fórum, no trem lotado, no dentista? Um poema já desviou seu dia (para onde for)?

[É claro que essa pergunta vai praqueles que têm (temos…) o péssimo hábito de olhar pro celular em lugares variados… e talvez não valha muito para os nóias habituais da leitura de poesia, que andam (andamos!) sempre com um livro ao alcance dos olhos… mas ando pensando muito nessa teia improvável entre versos escritos e lidos em – digamos – condições adversas… falo por mim: saber que o poema vai ser lido sem cerimônia, onde?, a que horas?, por quem?, para quem?, afeta diretamente tudo que cerca o processo de escrita e divulgação dos poemas… e isso, creio, é bem bom.]

 

[23/6] O presidente do Conselho de Ética do Senado, João Alberto Souza (PMDB-MA), arquivou o pedido de cassação de Aécio Neves (PSDB-MG), porque não achou “elementos convincentes para processar o senador”. Eis a prova de que as instituições estão funcionando normalmente – esse é o normal delas!

 

[27/6] Transcriação do meu poema “Metal”:

 

[28/6] Só vão nos restar a desesperança e a ranzinzice? Eu, por exemplo, tenho oscilado entre as duas. Quando leio que Temer, que foi ontem denunciado pelo PGR Janot, hoje nomeou a nova PGR (de brinde, quebrou a ordem de votação interna, ou seja, o tal indicativo democrático), não só oscilo, mas caio em espiral entre a desesperança e a ranzinzice, porque elas se confundem na seguinte questão que me atormenta: tudo o que ele está fazendo será engolido como “legítimo”? Tudo?

 

[29/6] Os quereres dos podres poderes: Temer colocou na PGR a candidata que quis. Eles vão fazer passar a reforma trabalhista da forma que sempre quiseram. Gilmar faz as reuniões que quer com os réus que bem quer. O Brasil vai ganhando a cara que eles sempre quiseram. E ainda não sabemos tudo o que eles querem. Esses quereres não são o que chamamos de “vontade popular”. Talvez sejam a tal “vontade política”, digo, a vontade dos políticos. O que nós, no porão, queremos?

 

[30/6] Aécio está feliz de volta ao cargo: “sempre acreditei na Justiça do país”. Sua irmã e seu primo estão em casa. Rodrigo Loures, o homem da mala de Temer, foi solto também. Aliás, Temer, ao que tudo indica, se safará dando risada. Pois é… O pêndulo entre a excitação do escândalo e a decepção das (in)consequências parece ter sido acelerado para moer algum restinho de ânimo que tínhamos.

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